sábado, 2 de julho de 2011

Eneida blogspotEscola: Aprendendo com a Mídia- Internet

Eneida blogspotEscola: Aprendendo com a Mídia- Internet: "Olá gestores e educadores, A internet é algo quase que onipresente hoje em dia. Você só está lendo estas palavras por causa ..."

Vamos acabar com os piolhos ? Veja Como ...




Aprendendo com a Mídia- Internet

Olá gestores e educadores,

A internet é algo quase que onipresente hoje em dia. Você só está lendo estas palavras por causa dela. Portanto, é normal esperar que ela seja assimilada pela educação – seja pelo educador ou pelo educando. No entanto, as escolas ainda parecem encontrar dificuldades para lidar com a rede. Isto ficou evidente no caso de um colégio particular no Rio de Janeiro (RJ) que suspendeu uma de suas alunas por cinco dias ao descobrir que a menina postou as respostas de uma lição de casa dentro de uma rede social. A atitude gerou bastante repercussão – incluindo o texto abaixo, escrito pelo professor Hamilton Werneck especialmente para o Jornal Virtual. E você, o que pensa sobre esta relação escola-internet?

Boa leitura!


A cola, a escola e a internet

Fato recente tomou conta dos noticiários no Brasil acerca de uma escola do Rio de Janeiro que enviava os deveres de casa através da internet. Os alunos que dessem conta de todos os exercícios poderiam ser beneficiados com mais um ponto na média do bimestre. A crise foi iniciada quando a escola descobriu que todas as respostas estavam num site de relacionamento de uma das alunas.

     Instalou-se um clima de descontrole. A aluna foi instada a retirar as respostas ou desativar o site. Foi suspensa, segundo a imprensa, por cinco dias e, ainda conforme foi noticiado, enviada para casa no meio do turno escolar, ficando perambulando pelas ruas do Rio de Janeiro sem que a família fosse avisada. A família recorreu a uma delegacia de polícia alegando constrangimento da aluna.
     Já comentei em meu blog que a aluna merecia um prêmio pelo uso da ferramenta de comunicação. É muita ingenuidade usar a internet para solicitar que os alunos façam exercícios e esperar que a mesma não seja usada para as respostas. A escola não pode desconhecer o poder da eletrônica. Os alunos nasceram dentro desta era e comunicam-se com uma rapidez quase impossível de ser acompanhada.
     O melhor que uma escola pode fazer se quiser usar os meios de comunicação é sugerir que assistam filmes, que discutam com os colegas pelo Twitter alguns assuntos, postando-os nas redes e até enviando desafios acadêmicos para toda a turma da escola, insistindo para que pesquisem, consultem os colegas, troquem experiências e postem os resultados. Os desafios devem ser muito difíceis para criar esse espírito de busca e ousadia do nosso estudante. O erro está em conceder pontuação para este tipo de exercício.
     Outra questão mais importante para os estudantes é saber que, sem fazer exercícios, não aprenderão. Exercitar-se é uma das condições indispensáveis para aprender.
     Se a aluna foi enviada para casa no meio do turno, então se trata de falta grave por parte da escola, sobretudo diante de uma cidade que não oferece tanta segurança.
     Mas, a pergunta fundamental ainda é outra: por que isso ainda ocorre? Por que uma família prefere a delegacia de polícia à coordenação da escola?
     Isso ocorre pela falta de estabelecimento de um elo fraterno entre escola e família muito além da assinatura de um contrato de prestação de serviço. Além disso, tanto a escola e os professores precisam ter mais cuidado com as pessoas, quanto as famílias devem desenvolver em seus filhos o respeito pelos mestres e instituições escolhidas para que eles estudem.
     Em educação, a relação formal precisa existir, no entanto, a relação afetiva e de confiança será o pano de fundo de toda uma educação de excelência.
     Prof. Hamilton Werneck é pedagogo, escritor e conferencista.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Livros em PDF- Leia, Leia, Leia...

LIVROS EM PDF -

 
AS GRANDES MÍDIAS TELEVISIVAS NÃO DIVULGAM NUNCA ! ! !
Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos. Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:

· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
· e muito mais....


Esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site:

www.dominiopublico.gov.br
Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.


Aprendendo com a Mídia

Uma aula exemplar « Blog Ideias em Educação: informação, debates e análises em políticas educacionais

Educar para crescer  

Centro de Referência Virtual do Professor 

Conjugador de Verbos da Língua Portuguesa

segunda-feira, 13 de junho de 2011

ORGULHO EM SER BRASILEIRO

Um estudo inédito divulgado nesta segunda-feira (13) em São Paulo mostra que nove em cada dez jovens (89%), com idades entre 18 e 24 anos, têm orgulho em ser brasileiros. De acordo com o levantamento, que ouviu mais de 3.000 pessoas de 173 cidades do país, a geração atual é “sonhadora” – segundo avaliação de 34% dos entrevistados – e otimista em relação ao futuro do Brasil (75%).

A pesquisa "Sonho Brasileiro", que levou mais de um ano para ser concluída, revela também que os jovens brasileiros querem transformar o mundo em um lugar melhor: 90% disseram querer exercer uma profissão que ajude a sociedade; 28% sonham com “oportunidades para todos”; 18% desejam menos violência; e 13% almejam o fim da corrupção.

Entretanto, diferentemente do que ocorria nos anos 1970 – quando o Brasil vivia a ditadura militar –, os jovens de hoje sabem que podem trabalhar por uma causa coletiva e buscar seus sonhos pessoais, como avalia Gabriel Milanez, pesquisador da Box1824 (agência especializada em mapear tendências de comportamento), que realizou o estudo em parceria com o instituto Datafolha.

"Hoje, 50% dos jovens brasileiros se conectam mais com discursos coletivos que individualistas. (...) Isso mostra que o jovem concorda que tem um papel de transformar a sociedade, ou seja, ele entende que o que é mais aceitável socialmente é ser mais ‘coletivo’.

Isso ajuda a entender porque apenas 5% dos jovens elegeram como prioridade “ficar rico”, e porque o sonho da casa própria está no topo da lista de somente 15%. Ao serem questionados sobre seus sonhos individuais, 55% dos entrevistados optaram pela educação e escolheram como prioridade “a formação profissional e emprego na área escolhida”.

Grana e carreira

O modo como os jovens encaram a carreira é um dos principais “pontos de conflito” em relação à geração dos pais deles, quando a estabilidade financeira estava no topo da lista de desejos. Isso não quer dizer, porém, que os brasileiros perderam o desejo de conquistar dinheiro, apenas mostra que coisas como “realização pessoal” e preocupação social ganharam maior importância, observa Milanez.

-Nós saímos de uma geração muito preocupada com sucesso, estabilidade, em ficar rico logo, etc. Mas, se for pensar no contexto do país, nós tínhamos uma instabilidade econômica muito forte, então havia a noção de que era necessário, antes de tudo, sobreviver. [...] A partir do momento em que nós temos uma economia mais estável, é possível pensar em outros objetivos.

Enquanto 34 % dos jovens classificam a geração atual como “sonhadora”, outros 31% a definiram como “consumista”. Neste sentido, 91% disseram acreditar que as pessoas consomem mais do que precisam e 9% têm medo de ganhar muito dinheiro e ficar infelizes.

A percepção sobre o Brasil também mudou. Para a geração atual, o Brasil já não é mais o “país do futuro”, e sim o país “do presente”. Em cinco anos, porém, os brasileiros viverão no “país das realizações”, como apostam 46% dos entrevistados.