sábado, 10 de setembro de 2011

Sala de aula digital e professor hightech, um sonho possível

Sala de aula digital e professor hightech, um sonho possível


 Se olharmos para os dados apontados pelo Banco Mundial, a educação no Brasil já apresenta uma melhora estimulante. Afinal, somos o País que mais rapidamente aumentou a escolaridade média da população entre 1990 e 2010, passando de 5,6 para 7,2 anos, tomando o recorde que era da China. Também somos um dos países com o maior avanço no aprendizado dos alunos, conforme medido pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), no período de 2000 a 2009. Mas como sabemos, ainda há um longo caminho pela frente, repleto de desafios para que realmente tenhamos uma educação de melhor qualidade.
 Em busca de tais melhorias, está em análise, no Congresso, um conjunto de metas da educação brasileira para os próximos 10 anos, o Plano Nacional de Educação (PNE). Entre as várias propostas, consta a melhoria da qualidade dos ensinos fundamental e médio e o aumento dos recursos aplicados na área – medidas que inclusive já foram anunciadas pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, como prioridades. Em meio a tais avanços, está o desafio de encontrar uma forma de ensinar alinhada à era digital, tema que incendeia debates e vai muito além das questões de investimento, passando, definitivamente, pela formação do professor, algo que é, na mesma medida, decisivo e desafiador..
 Afinal de contas, como se dá o uso da tecnologia em sala de aula? Ela ajuda ou atrapalha? A ideia de manter vários alunos atentos todos os dias, por pelo menos cinco horas, somente com os recursos tradicionais, parece não casar mais com a eficiência que precisamos. Hoje, muitos alunos têm acesso à internet, em casa ou em lan houses, fazendo com que aulas completamente "analógicas" não sejam estimulantes.
 A solução mais rápida, então, seria democratizar o acesso à internet. Mas seria apenas isso mesmo? É bem verdade que dois estudos inéditos demonstraram como a tecnologia ajudou a melhorar as notas. A Fundação Carlos Chagas, por exemplo, concluiu uma avaliação dos estudantes das escolas públicas do município de São José de Freitas (PI), que desde 2009 estudam com o apoio de lousas interativas, laptops individuais e softwares educativos. De acordo com o trabalho, os alunos melhoraram sua média de Matemática em 8,3 pontos, enquanto os que não usaram a tecnologia avançaram apenas 0,2 pontos.
 O segundo caso, da Unesco, avaliou o desempenho de alunos de escolas públicas de Hortolândia (SP), que usaram salas de aula com lousa digital e um computador por aluno. O avanço foi de duas a sete vezes maior em relação aos colegas que estavam em salas comuns. No entanto, como toda questão tem dois lados, há de se ressaltar uma pesquisa do Ministério da Educação do Brasil, que mostrou que alunos que estudaram por três anos em escolas com computador estavam pelo menos seis meses atrasados no aprendizado em relação aos outros.
 Dessa forma, fica a questão: o sucesso para que haja melhorias no aprendizado depende apenas da tecnologia? Não. Definitivamente, não adianta substituir caderno por notebook e quadro verde por lousa digital sem estratégia e conteúdos, sem uma aula preparada pelo professor de forma a contemplar a tecnologia. Não há dúvidas, o sucesso da era digital do ensino ocorrerá somente quando duas ações ocorrerem simultaneamente: a inserção da tecnologia na sala de aula e um professor preparado para explorá-la ao lado de seus alunos.
 Para finalizar, vale trazer para a discussão a pesquisadora do Ministério da Educação do Brasil (MEC), Elza Cruz, candidata ao título de PhD no curso de Design e Tecnologia Instrucional da Universidade Tecnológica de Virgínia (EUA). Para ela, disponibilizar tecnologia não significa implementá-la de forma eficaz, pois há uma grande diferença entre seu uso no dia a dia e como uma ferramenta instrucional. Ou seja, um professor precisa ser preparado, de preferência ainda durante seu processo de formação, para o uso dessa ferramenta em sala de aula. Quando isso não acontece, o resultado é frustrante.
 Fazer compras pela internet ou acessar as redes sociais não são critério para se dizer que alguém está pronto para lecionar em um ambiente digital. A tecnologia aplicada à educação é significativa e envolve conhecimento nas áreas de teoria de ensino e aprendizagem associados ao uso de tecnologia da comunicação. Inserir o uso das novas possibilidades digitais na formação do professor se faz imprescindível e deve ser uma exigência dos programas de instituições de ensino. Somente quando a tecnologia chegar à sala de aula e o professor estiver pronto para fazer o seu melhor uso, é que a Educação poderá mudar sua trajetória rumo a um novo padrão de qualidade.
 Vivian Manso é especialista em tecnologia educacional.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

INFORMAÇÃO DE FERNANDO HADDAD - MEC..


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O MEC (Ministério da Educação) vai distribuir tablets – computadores pessoais portáteis do tipo prancheta, da espessura de um livro – a escolas públicas a partir do próximo ano. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (1º) pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, durante palestra a editores de livros escolares, na 15ª Bienal do Livro. O objetivo, segundo o ministro, é universalizar o acesso dos alunos à tecnologia.
Haddad afirmou que o edital para a compra dos equipamentos será publicado ainda este ano. “Nós estamos investindo em conteúdos digitais educacionais. O MEC investiu, só no último período, R$ 70 milhões em produção de conteúdos digitais. Temos portais importantes, como o Portal do Professor e o Portal Domínio Público. São 13 mil objetos educacionais digitais disponíveis, cobrindo quase toda a grade do ensino médio e boa parte do ensino fundamental.”
O ministro disse que o MEC está em processo de transformação. “Precisamos, agora, dar um salto, com os tablets. Mas temos que fazer isso de maneira a fortalecer a indústria, os autores, as editoras, para que não venhamos a sofrer um problema de sustentabilidade, com a questão da pirataria.”
Haddad não soube precisar o volume de tablets que será comprado pelo MEC, mas disse que estaria na casa das “centenas de milhares”. Ele destacou que a iniciativa está sendo executada em parceria com o MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia).
"O MEC, neste ano, já publica o edital de tablets, com produção local, totalmente desonerado de impostos, com aval do Ministério da Fazenda. A ordem de grandeza do MEC é de centenas de milhares. Em 2012, já haverá uma escala razoável na distribuição de tablets.

sábado, 27 de agosto de 2011

Eneida blogspotEscola: Professor é tempo de mudança...Você já tentou muda...

Eneida blogspotEscola: Professor é tempo de mudança...Você já tentou muda...: Olá gestores e educadores, Vivemos em um tempo de constantes mudanças, onde o que é atual per...

Professor é tempo de mudança...Você já tentou mudar???


Olá gestores e educadores,

Vivemos em um tempo de constantes mudanças, onde o que é atual perde seu caráter de novidade muito rápido, algo que nos leva a crer que é necessário se atualizar constantemente para se manter atraente e moderno. Esse mesmo processo acontece com as escolas, mas muitas parecem não acompanhar este ritmo, preferindo reeditar processos antiquados ao invés de se modernizar. O consultor Carlos W. Dorlass aborda esta aparente inércia do sistema educacional no texto abaixo.

Boa leitura!


A escola, a sala de aula e o professor

     O sistema educacional passa por um período de inércia. Verificam-se repetições de um padrão que, num tempo não muito distante do atual, foi eficaz. Professores continuam executando o mesmo planejamento de décadas passadas, reutilizando estratégias de ensino, avaliações e metodologias, sem considerar que os tempos são outros, esquecendo que hoje a quantidade de informações e a velocidade como são transmitidas são muito maiores. O novo tem sido uma reedição do velho nas escolas.
     O que se observa é que essa mera reprodução de velhos ritos escolares tem se voltado contra a própria escola. Os alunos têm se tornado cada vez menos motivados para as atividades propostas.
     Sabe-se que as escolas são verdadeiras usinas de múltiplas inteligências, mas atualmente elas têm sido um local de repetição de padrões ultrapassados, sem que apresentem preocupações para mudar esse panorama - sem inovar!
     É necessário acompanhar as mudanças e sair da zona de conforto. Os professores precisam se conscientizar de que as aulas precisam despertar o interesse dos alunos, procurar despertar neles a vontade de aprender, incentivar a participação individual no processo de ensino-aprendizagem, promover atividades que permitam que os alunos questionem, participem e opinem. O ensino não pode mais ser uma via de mão única. Quando se sentirem seguros e valorizados em suas opiniões, os alunos sairão das aulas com desejo de voltar, com sede de saber e muito mais preparados.
     A escola que se diz transformadora (e que realmente desejar ser) deve transpor a barreira do conservadorismo, abandonar o paradigma de designar como indisciplina ou desrespeito as manifestações de “vida” e de opinião dos alunos.
     Avaliando o papel da escola, conclui-se que ela deve ser o espaço para reflexão, para discussões entre a geração dos mais velhos com as gerações dos mais novos, e não dos que sabem mais com os que sabem menos. Onde não ocorrem discussões, não se pode chamar de sala de aula. Os professores que resistem em abandonar o velho padrão, que exige que a sala de aula seja um ambiente harmônico e disciplinado, muito pouco têm a ensinar.
     O professor da era da informação deve estar preparado para promover discussões sobre os acertos e erros da humanidade, sobre valores, além de ser realmente capaz de ajudar a formar uma geração melhor do que a anterior.
     Já não se pode mais admitir a presença do professor “PowerPoint”, que apenas repete o que está escrito. O professor "PowerPoint" se assemelha ao sistema de ensino apostilado, onde só se registra o mínimo necessário e fragmentando o conteúdo, sem correlacioná-los com outros assuntos e sem contextualizar e transpor para a realidade dos alunos.
     Não se pode mais aceitar também que seja ensinado o básico. Urge formar cidadãos de valor e com qualidade. É preciso que o ensino seja abordado de maneira que prime pelo significado. A quantidade não garante a qualidade. A sala de aula tem que ser o lugar de exigência máxima e não mínima.
     O professor deve estar atento e preocupado com o desenvolvimento pleno de seus alunos, com as suas presenças e ausências, sua saúde, com as exposições a situações de preconceitos, discriminação e violência. Deve ainda buscar atualizar-se constantemente, trocar experiências com demais professores da escola ou de outras instituições de ensino, ter disposição, paciência, calma para conversar, ouvir os alunos e famílias, estabelecendo com elas uma relação de atenção, proximidade e confiança.
     Um bom professor deve ainda promover a compreensão do "porquê" e "para que" aprender sempre.
     Carlos W. Dorlass é consultor educacional em empresas e instituições de ensino.

sábado, 20 de agosto de 2011

A Aprendizagem Hoje ...Como acontece ?????

A aprendizagem do aluno é, acima de tudo, o principal objetivo de uma escola e de seus professores. Para alcançá-la, é necessária uma série de competências e habilidades, que torne o processo significativo para o estudante. Com base em autores como David Ausubel e Joseph Novak, a professora Sulivam Pereira Brito apresenta a importância da prática reflexiva do docente e da necessidade de desenvolver a aprendizagem significativa, neste artigo exclusivo para o Jornal Virtual.

Boa leitura!


Em busca de novas competências


     Vivemos numa sociedade em constante processo de mudança, o qual só é efetivado quando a educação assume seu real papel na sociedade.
     O mundo atual pede investimento em novos compromissos para renovar a educação, exigindo a presença de um novo modelo de ensino-aprendizagem que proponha a mudança de mentalidade do profissional, pela atualização, aperfeiçoamento e pelo desenvolvimento da capacidade reflexiva da sua prática educativa. O professor deve incorporar na sua prática educativa as expressões: “aprender a aprender” e “ensinar a aprender”.
     O produto da aprendizagem depende da forma como o professor apresenta o conteúdo e da maneira como os estudantes vão processar este conteúdo. Vejamos os pontos mais relevantes:
     - A aprendizagem ocorre quando o aluno se centra no assunto e busca o envolvimento da compreensão e domínio do proposto pela escolha de estratégias de estudo e pesquisa reconstruindo os conceitos que foram trabalhados com os conhecimentos anteriores;
     - A atividade construtiva do aluno está ligada ao contexto social e interpessoal sempre que ele realiza a assimilação das novas informações na apropriação dos conteúdos e na atribuição das significações.
     O primeiro passo é buscar informações a respeito do seu público-alvo: Qual o seu perfil? Quais as suas necessidades? Você já planejou o que fazer, como fazer, quando deve ser feito e em que condições?
     O produto da aprendizagem depende do projeto político-pedagógico, do planejamento, dos objetivos de aprendizagem, dos conteúdos e de como os alunos vão processar este conteúdo. Vamos relembrar algumas teorias que orientam um projeto político-pedagógico.
     O cognitivismo tem como foco os processos mentais de aquisição de conhecimento, habilidades e atitudes em interação com o meio ambiente provocando uma mudança de comportamento.
     O construtivismo indica que a aprendizagem é um processo ativo e reflexivo que envolve o processo de descoberta, pelas experiências vividas pelo indivíduo e pela sua interação com o meio ambiente onde ocorre a construção do conhecimento.
     Como representante temos: David Ausubel e a teoria da aprendizagem significativa, que propõe uma aprendizagem como um processo de ensino que faça sentido para o aluno. A fundamentação teórica dos mapas conceituais está baseada no modelo de aprendizagem significativa que tem como preocupação identificar estruturas mentais de memória e raciocínio. Aprendizagem significativa tenta dar sentido entre as novas informações, (acredito que não deve haver essa vírgula porque ela está comparando dos dois) e os conhecimentos já existentes no aluno. A aprendizagem significativa é inclusiva, pois o material a ser trabalhado deve ser potencialmente significativo.
     O material é potencialmente significativo quando a aprendizagem implica em modificações na estrutura cognitiva. A mudança que irá ocorrer se fará por meio de novos significados e não pelo acúmulo de conceitos sem conexões com os conhecimentos anteriores.
     Ausubel salienta que os conceitos-chave vão constituir a base para a aprendizagem posterior e que devemos usar âncoras que são os organizadores prévios. São mensagens que mobilizam os alunos para os assuntos que serão aprendidos. A finalidade é servir de ponte cognitiva entre o que o aluno já sabe e o que virá a saber.
     A técnica de construção e a teoria a respeito dos mapas conceituais foram desenvolvidas pelo pesquisador Joseph Novak que define mapa conceitual como uma ferramenta para organizar e representar o conhecimento.
     Os mapas conceituais são úteis na área educacional tanto como ferramenta de trabalho, pois os mapas exigem um planejamento pedagógico agregando vantagens à educação, quanto como recurso que enriquece o espaço pedagógico.
     O professor, ao promover a aprendizagem significativa, passa a desconstruir algumas atitudes e estimular outras, como apoiar o aluno a fazer perguntas no lugar de apenas dar respostas. A aprendizagem envolve o processo de conhecimento na construção da pessoa dentro e fora da escola, elevando a autoestima do aluno e permitindo que ele veja a si mesmo e as situações nas quais está envolvido.
     Sulivam Pereira Brito é Socióloga, mestre em Linguística e Semiótica, designer educacional e professora universitária.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Amigos-Grande Tesouro

AMIGOS SÃO UM GRANDE TESOURO....         
 















"Só existe uma coisa melhor do que fazer novos amigos: conservar os velhos, até porque eles cada dia ficam mais velhos...
Quando estiver feliz, lembre-se de mim.
Quado estiver triste, não lembre....
  ME PROCURE!
 Ai do homem cujo coração não aprendeu enquanto jovem a ter esperança, a amar, e a colocar sua confiança na vida."

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

EDUCASSÃOOOOOO

Na educação as artes devem, definitivamente, deixar de ser a cereja do bolo e fazer parte da receita.

Para fazer educação musical com amor precisamos amar a desafinação.

REPASSANDO    -dolorido - para reflexão - ensino ou afagos e sopinha????????????????

ESSA É DE DOER… MAS É A PURA VERDADE

Carlos/Georgia

A Evolução da Educação:

Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia...

Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas...

Leiam o relato de uma Professora de Matemática:

Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.

Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.

Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.

Por que estou contando isso?

Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:

1. Ensino de matemática em 1950:


Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.


O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.

Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.

O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.

O custo de produção é R$ 80,00.

Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.

O custo de produção é R$ 80,00.

Escolha a resposta certa, que indica o lucro:

(  ) R$ 20,00  (  ) R$ 40,00  (  ) R$ 60,00  (  ) R$ 80,00  (  ) R$ 100,00

5. Ensino de matemática em 2000:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.

O custo de produção é R$ 80,00.

O lucro é de R$ 20,00.

Está certo?

(  ) SIM  (  ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2009:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.

O custo de produção é R$ 80,00.

Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.

(  ) R$ 20,00  (  ) R$ 40,00  (  ) R$ 60,00  (  ) R$ 80,00  (  ) R$ 100,00

7. Em 2010...:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.

O custo de produção é R$ 80,00.

Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.

(Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder, pois é proibido reprová-los).

(  ) R$ 20,00  (  ) R$ 40,00  (  ) R$ 60,00  (  ) R$ 80,00  (  ) R$ 100,00

E se um moleque resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos, pois a professora provocou traumas na criança.

Também jamais levante a voz com um aluno, pois isso representa voltar ao passado repressor (Ou pior: O aprendiz de meliante pode estar armado).

Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável:

Todo mundo está 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...

Quando é que se 'pensará' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

Passe adiante!

Precisamos começar JÁ! Ou corremos o sério risco de largarmos o mundo para um bando de analfabetos, egocêntricos, alienados e sem a menor noção de vida em sociedade e respeito a qualquer regra que seja!!!

"A alegria do próximo começa muitas vezes no sorriso que você lhe queira dar..."
"Ninguém liga se você não sabe dançar. Então levante e dance..."